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domingo, 15 de fevereiro de 2015

O que é pecado durante o namoro?

Para os namorados, é pecado a prática da relação sexual. Tal pecado, como já vimos, tem um nome: chama-se fornicação. Mas também são pecados todos os atos que causam o desejo da fornicação. Em outras palavras, os abraços, beijos, carícias que provocam excitação são todos pecaminosos. Só isso? Não. Jesus disse, para espanto da multidão, que até o olhar libidinoso já é pecado: “Ouvistes o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5, 27-28). Tratando-se de namorados, a palavra “adultério” deve ser trocada por “fornicação”, uma vez que ambos são solteiros. Assim, se os namorados olham (apenas olham!) um para o outro com desejo libidinoso, já estão cometendo fornicação em seu coração. Há certos contatos físicos que são intrinsecamente excitantes. Por exemplo: os abraços agarrados e o beijo na boca, que há décadas a televisão apresenta como normal aos nossos jovens. A menos que os namorados estejam doentes, o beijo na boca e os abraços agarrados causam excitação. E a excitação provocada durante o namoro é pecaminosa, porque ela já é preparação e início da união sexual. 


Uma história de namorados 


Dois jovens procuram o padre preocupados. Dizem: “Não sabemos por que, mas estamos quase praticando a relação sexual”. O sacerdote responde: “Eu sei por que: vocês não estão namorando santamente”. Os dois protestam em coro: “Estamos sim, padre”. O padre replica: “Vocês se beijam na boca? Vocês dão abraços agarrados?”. Os dois baixam a cabeça em silêncio. O sacerdote pergunta ao rapaz: “De que fruta você gosta mais?”. O rapaz responde: “Maçã”. “Imagine – prossegue o padre – que eu aproximasse de sua boca uma maçã bonita, grande, vermelha e brilhante, de modo que suas glândulas salivares começassem a funcionar. Quando você estivesse cheio do desejo de comê- la, suponha que eu a afastasse de você dizendo: ‘A maçã não é sua! Você não pode comê-la!’ Se eu fizesse isso, você teria razão de protestar dizendo: ‘Se eu não posso comer a maçã, então por que o senhor provocou em mim o desejo de comê-la?’. E agora eu pergunto aos dois: ‘Se vocês são solteiros, se o corpo de um não pertence ao outro, se vocês não podem praticar a união sexual, por que então praticam atos que provocam o desejo dessa união?”.

Uma história de motorista 


Certo jovem entrou no carro de seu pai pela porta esquerda e sentou-se à frente do volante. Fechou a porta, atou o cinto de segurança e deu a partida no motor. Depois de alguns minutos, quando o motor já estava quente, ele desengatou o freio de mão, pisou na embreagem com o pé esquerdo e, com a mão direita, engrenou a primeira marcha. Em seguida, pisou no acelerador com o pé direito e foi lentamente retirando o pé esquerdo da embreagem. Foi então que ele levou um susto. Colocou as duas mãos na cabeça e gritou: - O carro está andando! Socorro! A história é doida. Se ele não podia andar no carro (porque o seu pai o havia proibido), por que então fez todo aquele ritual? O que ele esperava que acontecesse? - Eu esperava que, depois de fazer tudo o que fiz, o carro não andasse. Ora, depois de tudo o que ele fez, o carro só não andaria se estivesse enguiçado. Automóveis normais, depois de tudo o que esse jovem fez, andam. Da mesma forma, organismos normais, sadios, depois que se entregam ao beijo na boca e aos abraços agarrados, sentem excitação. O corpo se prepara para a relação sexual e quase exige que ela se complete, como se dissesse à mente: “se você quer causar excitação em mim, então leve o ato até o fim”. Nosso organismo cobra coerência. É incoerente iniciar uma tarefa que não se poderá completar. Assim, - é incoerente aproximar da boca uma maçã que eu não poderei comer; - é incoerente esquentar o motor de um carro no qual eu não tenho permissão de andar; - é incoerente abraçar e beijar um corpo que não me pertence, com o qual não tenho o direito de praticar a união sexual.

O cuidado com o incêndio 


Certamente você já deve ter ido a algum posto de gasolina. Diga-me: você já viu placa com os dizeres “FUME POUCO” ou “ACENDA POUCAS FAÍSCAS”? Acredito que não. Você deve ter visto frases como “NÃO FUME” ou “NÃO PRODUZA FAÍSCAS”. Pois, para causar um incêndio em um combustível, não é preciso muita coisa: basta uma centelha. O instinto sexual é como um combustível. Pouca coisa é preciso para que ele produza um verdadeiro incêndio e leve a pessoa à loucura. Assim, todo cuidado é pouco. Há namorados que dizem: - Nós nos beijamos na boca, mas poucas vezes; ou então - Nós nos beijamos na boca, mas o beijo dura muito pouco tempo; ou então - Nós nos beijamos na boca, mas tomamos cuidado para encostar apenas os lábios, e não a língua. Tudo isso é ridículo. Ou os namorados separam os corpos – para poderem unir as almas – ou então se entregam de vez à união carnal. Não podem ficar em cima do muro. Convém lembrar aqui a advertência de Jesus: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41).

Como conhecer a alma do outro? 


Você já aprendeu que o namoro existe para conhecer não o corpo, mas a alma do outro. Como se conhece a alma de alguém? Conversando. O namoro é fundamentalmente um diálogo. Durante esse diálogo, o contato físico costuma atrapalhar o conhecimento das almas. Imagine uma cena que, infelizmente, é muito comum: Dois namorados, apesar de serem batizados, e portanto, filhos da luz (Ef 5,8), procuram um lugar escuro. Procuram um lugar isolado, onde ninguém os possa ver, pois eles sabem que o que pretendem fazer é vergonhoso. Entregam-se a abraços e beijos, mais parecendo que querem devorar um ao outro. Pergunto: nessa triste cena de agarramento, os dois estão se conhecendo interiormente? Claro que não. O instinto sexual está falando tão alto, a paixão está gritando tanto, o corpo está de tal forma excitado, que a alma é incapaz de conhecer e ser conhecida. O agarramento dos corpos faz com que as almas se distanciem. Pergunto: os dois estão se amando? Claro que não. Pois ninguém ama aquilo que não conhece. Se eles não se permitem conhecer, não conseguem amar. Se um disser ao outro “eu amo você”, estará mentindo. Eles poderiam dizer sim: “eu gosto de você”. Gostar é bem diferente de amar. Se você gosta de uma coxinha de galinha, o que faz com ela? Come e, depois de saciado, joga fora o osso. Assim, os dois jovens em atitude de agarramento podem dizer que gostam um do outro. Ou seja, querem extrair do corpo alheio o máximo de prazer, e depois jogar fora o bagaço. Será que se pode chamar a isso de amor? Se, nessa triste cena, os dois não estão se conhecendo, nem se amando, será que estão se santificando? Claro que não. Ao contrário, estão pecando contra a castidade. E será por meio de um pecado que eles se prepararão para algo tão sagrado quanto o matrimônio? Para que serve um “namoro” em que os dois não se conhecem, não se amam e não se santificam? Serve apenas para se jogar fora. O verdadeiro namoro, em que as almas se conhecem em preparação para o matrimônio, deve ser praticado: - em lugares claros, uma vez que os namorados, sendo cristãos, são filhos da luz (Ef 5,8); - na presença de outros (pelo menos uma terceira pessoa), pois nada há para esconder; - com um devido distanciamento dos corpos; - com uma oração inicial e um exame de consciência final. 

Prova de amor 


O que você acha: os namorados podem ou não podem pedir prova de amor um ao outro? Não só podem como devem. O namoro é o tempo próprio para se provar o amor.Porém, o amor não se prova: - nem pelos abraços, - nem pelos beijos, - muito menos pela relação sexual. Tudo isso os animais também fazem. O verdadeiro amor se prova: - pelo tempo, - pela distância, - pelo sacrifício. Imagine o seguinte diálogo entre namorados, desejam provar que se amam. - Você me ama? - Amo. - Então vamos esperar. Pois o verdadeiro amor se prova pelo tempo. - Você me ama? - Amo. - Então vamos separar nossos corpos. Pois o verdadeiro amor resiste à distância. - Você me ama? - Amo. - Então vamos nos sacrificar. Pois o verdadeiro amor se prova pelo sacrifício. Suponhamos que o outro dissesse: - Meu amor por você é tão grande que eu não aguento esperar, não consigo guardar distância, não suporto sacrificar-me. Eu quero você aqui e agora! O primeiro, então, poderia replicar: - Basta! Você não me ama. Você é apenas um animal na época do cio. E eu não quero casar-me com um animal. 

Até onde posso ir? 


Depois de ter aprendido que o beijo na boca é pecado, que o abraço agarrado também é pecado, você pode ter-se perguntado: que tipo de contato físico não é pecado durante o namoro? Ou então: até onde eu posso aproximar-me do corpo do outro sem cometer pecado? Essa pergunta não se faz. Imagine que um filho perguntasse a um policial o número exato de pancadas que poderia dar em sua mãe sem ser preso. Só perguntaria isso quem não amasse a mãe. Quem a amasse perguntaria outra coisa: “O que devo fazer para agradar minha mãe ao máximo?”. Assim, os jovens que amam a Deus não devem perguntar até que ponto podem se aproximar do pecado sem que cometam pecado. Sua pergunta deve ser outra: “Como devemos namorar de modo a agradar a Deus ao máximo?”. 

Um exemplo pessoal 


Eu nunca namorei. Desde minha adolescência, já pensava em ser padre. Na juventude, a vocação sacerdotal tornou-se uma certeza. Sendo assim, seria uma incoerência namorar. Namorar para quê? Para preparar-me para um matrimônio que nunca existiria? Mas se a minha vocação fosse para o matrimônio, o respeito que eu teria por aquela que seria a rainha do meu lar, a mãe dos meus filhos, seria tão grande que até certos gestos, que em si não são pecado, eu evitaria. Por exemplo: será pecado colocar o braço por trás do pescoço do outro e apoiar a mão no seu ombro? Creio que não. Mas até isso eu evitaria. Por quê? 1º) Porque tal gesto me daria uma ideia de posse. Eu poderia ser levado a pensar que o corpo dela é meu. Mas isso não é verdade: se eu sou solteiro, o corpo dela não me pertence. 2º) Porque, ao tocar no corpo dela dessa maneira, eu esqueceria que ele é sagrado. Pois as coisas sagradas eu não as seguro dessa forma. Não é assim, por exemplo, que eu seguro o Corpo de Cristo quando celebro a Santa Missa. Assim, para não esquecer que o corpo dela não é meu, e que é sagrado, durante o namoro eu me contentaria em conversar e dar as mãos. E mais! Até ao dar as mãos, eu perguntaria a mim mesmo: - Será que estou sentindo um temor (o Santo Temor de Deus) ao dar as mãos a ela, lembrando que suas mãos são sagradas e pertencem a Cristo? Ou será que estou tocando em sua mão com indiferença, como alguém que segura um lápis, um garfo, enfim, um simples instrumento? Assim seria o meu namoro. Por que eu namoraria desse jeito? Porque eu creio que assim o meu namoro agradaria a Deus ao máximo. 

A prudência 


A fundadora das Irmãzinhas de Belém, Madre Maria Helena Cavalcanti, tem uma frase sapientíssima: “Na tentação não há fortes e nem fracos, há prudentes e imprudentes”. Isso vale especialmente para as tentações contra a castidade. Vencem-nas aqueles que, por prudência, fogem das ocasiões. Caem aqueles que, por imprudência (mas pensando ser fortes), não evitam as ocasiões. Se não cometemos algum pecado, não nos devemos considerar superiores aos que já o cometeram. Pois, sem a graça de Deus, poderíamos cometer pecados piores.Um exemplo bíblico: São Pedro queria seguir Jesus em sua paixão. “Respondeu-lhe Jesus: ‘Não podes seguir-me agora aonde vou, mas me seguirás mais tarde’. Pedro lhe diz: ‘Por que não posso seguir-te agora? Darei a minha vida por ti.’ Jesus lhe responde: ‘Darás a tua vida por mim? Em verdade, em verdade, te digo: o galo não cantará sem que me renegues três vezes” (Jo 13,36-38). Examinemos esse episódio. São Pedro tinha boa intenção ao dizer que seguiria o Mestre naquela hora. Estava de fato disposto a dar a vida por ele. Porém, não contou com sua própria fraqueza. Por ser fraco, negou que conhecia Jesus. Não uma nem duas, mas três vezes antes que o dia amanhecesse! Na terceira negação, “ele começou a praguejar e a jurar (!), dizendo: ‘Não conheço este homem!’ E imediatamente um galo cantou. E Pedro se lembrou da palavra que Jesus dissera: ‘Antes que o galo cante, três vezes me negarás’. Saindo dali, chorou amargamente” (Mt 26,74-75). Devemos ter sempre em mente o que ocorreu com São Pedro. Por causa de nossa fraqueza, podemos cometer pecados que nunca pensaríamos em cometer. Daí a necessidade de evitar as ocasiões de pecar, uma vez que “o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41). Lembremos aquilo que há séculos escrevia Tomás de Kempis, o autor do livro “A Imitação de Cristo”: “Todos somos fracos; mas a ninguém tenhas por mais fraco do que a ti” (Imitação de Cristo, Livro I, Capítulo II, 4). A seguir tentarei mostrar com exemplos como se deve guardar a prudência em um namoro. 

Diálogo entre mãe e filha


 - Filha, não volte tarde. Fique sempre junto de sua irmãzinha. Cuidado com os rapazes que, sem você perceber, podem levá-la ao pecado. Procure sempre os lugares claros, já que você é filha da luz. - Eu sei, mãe, eu sei... Será que a senhora não confia em mim? Pensa que eu sou uma mulher qualquer? Ou uma jovenzinha sem juízo? - Em você eu confio, minha filha. Mas não confio na sua força. A jovem acima, irritada com os conselhos da mãe, demonstra ser imprudente. Acredita que, por suas próprias forças, poderá facilmente vencer as tentações. Acha desnecessário tomar tantos cuidados quantos os que sua mãe recomenda. Essa jovem é uma forte candidata a cometer gravíssimos pecados. Se ela fosse humilde e prudente, responderia à mãe: - Obrigada, mãe, por ter-me alertado. Quero conservar a pureza, mas sei que é preciso vigiar e orar. Como sei que sou fraca, peço que a senhora me ajude a vigiar. Afinal, a senhora já teve a minha idade e sabe por quais perigos passa uma jovem como eu. Quero contar sempre com a ajuda da senhora. 

Dois jovens prudentes 


Um rapaz está, de dia, na sala de estar da casa de sua namorada. O pai da jovem diz: - Desculpem-me, mas eu tenho que sair para descontar um cheque. Em seguida, a mãe da jovem diz: - Ana (assim se chama a jovem), espere enquanto eu vou comprar verduras na mercearia. Os pais de Ana saíram, mas sua irmãzinha Andreia está brincando na sala. De repente, ouve-se uma voz na rua: - Andreia! A menina sai correndo ao encontro de sua amiguinha, que a chama para brincar. Nesse exato momento os dois namorados levantam-se de um salto e vão atrás de Andreia. Ela pergunta: - Por que vocês dois estão atrás de mim? - Porque eu e ele não podemos ficar sozinhos – responde Ana. - Sua presença é muito importante para nós, Andreia – completa o rapaz. Você acha que a atitude dos dois foi exagerada? Acha que eles poderiam permitir-se ficar sozinhos “um pouquinho só” sem que nada de mais acontecesse? Pergunte a um amigo ou uma amiga que já caíram no pecado da fornicação, se tudo não começou com uma “pequena” imprudência como essa. 

Um passeio 


Os namorados costumam passear. Até aí tudo bem. Mas onde? - Vamos hoje ao cinema? - Ao cinema, não. - Mas o filme que está passando é ótimo. Não tem nada de imoral. - Mas o cinema é um lugar escuro. E nós somos filhos da luz.- É mesmo! Eu não me tinha lembrado disso... Então vamos amanhã de manhã ao Jardim do Passeio Público? - Podemos ir, mas não sozinhos. Vamos junto com nossos amigos da escola. - Combinado! Uma carona - Alô, Carlos, aqui é a Ana. - Tudo bem, Ana? - Estou com um problema, Carlos. Perdi o ônibus e vou chegar atrasada à faculdade. Você pode me levar de carro? - Claro que sim. Mas mande a Andreia ir se preparando enquanto vou aí. Você acha que é exagero levar a irmãzinha até mesmo em uma simples carona para a faculdade? Pergunte a um amigo ou uma amiga que já pecou indo a um “motel” se tudo começou quando os dois perceberam que estavam sozinhos no mesmo carro. Rapazes e moças são diferentes Mesmo sendo semelhantes (compartilhando a mesma natureza humana), homem e mulher são diferentes. E é preciso que as diferenças sejam lembradas no tratamento mútuo. Assim, não seria razoável que um homem exigisse de uma mulher que desatarraxasse as porcas de uma roda, que um borracheiro apertou demais. O que para o homem é possível, e às vezes até fácil, para a mulher pode ser difícil, ou até impossível. De modo contrário, não seria razoável que uma mulher exigisse de um homem o mesmo jeito especial que ela tem de cuidar de um bebê ou a mesma facilidade sua em observar detalhes. Compreender as diferenças do outro é fundamental para um bom relacionamento humano. No namoro isso é importantíssimo. Os rapazes devem lembrar que são diferentes das moças; e estas, que são diferentes dos rapazes. Uma das diferenças é esta: os rapazes excitam-se mais facilmente que as moças. Certos gestos e carícias que são apenas expressão de afeto para uma moça podem causar grande excitação em um rapaz. Imaginemos a cena seguinte. Uma jovem, ao avistar pela janela o seu namorado, que estava longe desde muito tempo, corre ao encontro dele, dá-lhe um beijo no rosto e envolve sua cintura com os braços a fim de “mata a saudade”. O rapaz, porém, com a “delicadeza” própria dos homens, afasta-se violentamente dos braços da namorada. Ela então, admirada com aquela reação, sente-se ofendida. - Por que você me trata com tanta brutalidade? Você não aceita meus carinhos? O que a moça, porém, não sabe é que seus carinhos, que nela não causaram excitação, foram altamente excitantes para o rapaz. Por respeito ao corpo dela é que ele se afastou. Muitos dos pecados cometidos entre namorados começam pela moça. Ela é a primeira a acender a faísca e o rapaz é o primeiro a incendiar-se. Guardemos para sempre esta lição: Durante o namoro, eu sou responsável não só pelo meu corpo, mas também pelo corpo do outro. Devo evitar tudo o que causa excitação em mim e o que causa excitação no outro (mesmo que não cause em mim). Uma conclusão imediata desse princípio é que dois namorados não podem andar na mesma motocicleta. Por quê? Porque, para se apoiar, a moça (que está na garupa) envolve a cintura do rapaz com os braços. Tal abraço – que tem que ser apertado a fim de evitar uma queda – pode causar grande excitação no rapaz que está dirigindo, mesmo que não cause na moça.

2 comentários:

  1. A pa do Senhor padre. Eu sou evangelica, tenho 20 anos e tinha muitas duvidas a respeito desse tempo. Que hj todas as perguntas tiveram resposta obg por tudo. De coração mesmo muuito obg. Vou ate levar esse assunto para os jovens da igreja. Que o Senhor continue te dando sabedoria e mais uma vez obg.

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    1. Ketreen Borges, foi ótimo você ter encontrado as respostas que, talvez um pouco ansiosa, procurava faz tempo. Por outro lado, creio que foi por obra da Providência Divina que as encontrastes na riqueza da Doutrina Católica.

      Viu como a verdade se amolda perfeitamente à nossa alma? isto é mais que uma prova que a verdade está na Igreja Católica, no Magistério Católico de sempre, não no moderno. Compreendestes? Pense nisto: Porque a verdade está na tradição católica?

      Ps.: Perdoe-me mas isto que faço é proselitismo dos bons, no bem sentido é claro!

      Ave Maria Puríssima!
      Sem pecado concebida!

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